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Sabado, 25 de Abril de 2026
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Policial

Operação Oleandro: PCDF em trabalho conjunto desarticula esquema de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro que movimentou R$ 200 milhões

Em Foz do Iguaçu a ação contou com 20 policiais que se deslocaram até os endereços indicados e deram fiel cumprimento aos mandados. Durante as buscas os agentes arrecadaram materiais de interesse para as investigações.

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Por Qual a Boa Notícias
Operação Oleandro: PCDF em trabalho conjunto desarticula esquema de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro que movimentou R$ 200 milhões
Foto: Reprodução
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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), deflagrou a "Operação Oleandro", para desarticular organização criminosa especializada no tráfico de drogas e na lavagem de dinheiro. A PCDF recebeu o apoio da Polícia Civil dos Estados do Paraná, São Paulo e Goiás e da Polícia Rodoviária Federal.

A ação cumpriu 23 mandados de prisão temporária (3 em SP, 1 em Goiânia/GO, 1 em Valparaiso/GO e os demais no DF). Além disso foram cumpridos 46 mandados de busca e apreensão, nas seguintes cidades: Ceilândia/DF (12), Samambaia/DF (6), Taguatinga/DF (4), Gama/DF (3), Guará/DF (1), Águas Claras/DF (2), Valparaiso/GO (2), Goiânia/GO (1), Foz do Iguaçu/PR (5) e São Paulo/SP (10).

Foz do Iguaçu 
Em Foz do Iguaçu a ação contou com 20 policiais que se deslocaram até os endereços indicados e deram fiel cumprimento aos mandados. Durante as buscas os agentes arrecadaram materiais de interesse para as investigações.

Não houve prisões em Foz, no entanto, a responsável pelo transporte de drogas foi presa na segunda-feira (16) quando chegava na capital do país com 200 quilos de maconha provenientes de Foz do Iguaçu.

De acordo com as investigações da PCDF a mulher presa, de 46 anos de idade, alvo da operação aqui na cidade, realizava frequentemente remessas de grande quantidade de drogas da tríplice fronteira para a cidade de Brasília e cidades do interior paulista.

Foi autorizado, ainda, o bloqueio na conta dos investigados até R$ 10 milhões, em relação a pessoas físicas e R$ 100 milhões, em relação a pessoas jurídicas.

Investigação
O grupo é estruturalmente ordenado e caracterizado pela divisão de tarefas, com o fim de obter vantagem patrimonial mediante a prática de infrações penais graves, notadamente o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro.

O início da investigação ocorreu no final do ano passado tendo como ponto de partida a localização de uma mala abandonada com 29 quilos de cocaína. As investigações, realizadas até o momento, evidenciam que o líder do grupo é um homem, de 49 anos. Integram o grupo a sua companheira, de 36 anos, principal operadora financeira.

A estrutura empresarial contava com um núcleo familiar responsável pelos recebimentos dos valores obtidos com a venda das drogas, composto por dois irmãos (35 anos e 28 anos), já presos anteriormente por tráfico de drogas, a companheira de um deles, de 31 anos, e a genitora, de 47 anos.

Além deste núcleo central, o grupo conta com ao menos três gerentes responsáveis pela distribuição da droga (47, 45 e 39 anos). Um outro integrante, de 45 anos, era o responsável pelo transporte da droga de São Paulo para o Distrito Federal. Foi identificada ainda uma das fornecedoras de droga, residente em São Paulo, de 46 anos. Os demais investigados se referem a pequenos traficantes e “testas de ferro” envolvidos com o grupo criminoso.

Foram identificadas quatro empresas de fachada, sendo três em São Paulo e uma no Distrito Federal. Essas referidas empresas são utilizadas pelo grupo para lavar o dinheiro oriundo do tráfico de drogas. Uma das empresas de São Paulo movimentou R$ 199 milhões nos últimos dois anos.

Um dos meios utilizados pelo grupo criminoso para o transporte da droga de São Paulo para o Distrito Federal consistia na ocultação de malas contendo cocaína e skunk, misturadas a uma carga de flores e plantas visando dificultar a fiscalização e localização da droga.

O nome da operação remete a uma planta extremamente tóxica, onde a ingestão de uma folha é capaz de levar a óbito uma pessoa de 80 kg.

Apreensões
Durante a Operação Oleandro, os agentes localizaram no ínicio da semana, com a fornecedora presa, 120 quilos de entorpecentes, ela utilizava um carro alugado para chegar ao Distrito Federal. Entre eles, 100 quilos de maconha e 20 quilos de skunk.

Além disso, foram apreendidas armas de fogo tanto no Distrito Federal quanto em São Paulo.

Os envolvidos podem responder por integrar organização criminosa, com as sanções variando de três a oito anos de reclusão, tráfico de drogas, com sanção de cinco a 15 anos de reclusão e “lavagem de dinheiro”, com sanção de três a dez anos.

FONTE/CRÉDITOS: PCDF/PCPR/PCGO/PCSP e PRF
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