Conhecido pelos bordões como “pelas barbas do profeta” e “olho no lance”, o narrador Silvio Luiz, que morreu nesta quinta-feira (16) aos 89 anos, se aventurou em outra profissão no futebol antes do sucesso nas narrações: árbitro de futebol. E durante o período como "homem do apito", ele atuou em uma partida da Caldense.
O fato foi relembrado pela Veterana, em homenagem ao ex-narrador. Em 1965, quando já era jornalista esportivo, Silvio Luiz entrou para a Escola de Árbitros da Federação Paulista de Futebol. Ele se formou posteriormente como árbitro e atuou em jogos ao longo das décadas de 1960 e 1970.
Neste Período, trabalhou na partida amistosa da Caldense contra o SAAD, de São Caetano, no ABC Paulista, em junho de 1972.
Na oportunidade, a partida aconteceu no Estádio Lauro Gomes de Almeida e a Veterana foi derrotada por 1 a 0. Conforme divulgou a Caldense, a arbitragem de Silvio Luiz foi avaliada como regular, segundo o Jornal Gazeta de Minas.
Além da partida da Caldense, Silvio atuou como árbitro em outros jogos, além de também desempenhar a função de assistente. Como assistente, inclusive, esteve na inauguração definitiva do Morumbi, em 1970, quando São Paulo e Porto empataram em 1 a 1.
Silvio Luiz Perez Machado de Sousa morreu nesta quinta-feira aos 89 anos, em decorrência de falência de múltiplos órgãos.
O locutor era casado com a cantora Márcia desde 1989 e deixa três filhos: Alexandre, Andréa e André.
Silvio Luiz Peres Machado de Souza nasceu em 1934, na capital paulista. No jornalismo, foi diretor de programação da Rede Record e trabalhou em diversos veículos, como as rádios Bandeirantes, Record, TV Excelsior, SBT, TV Paulista, entre outras.
Comentários: