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Sexta-feira, 24 de Abril de 2026
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Policial

Mulher é encontrada morta em Cascavel; investigação trata caso como morte suspeita

Corpo de Clarice Colling, 42, foi recolhido para necropsia; delegado aguarda laudos para confirmar causa da morte e apura relatos de desentendimentos e histórico de agressões do companheiro.

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Mulher é encontrada morta em Cascavel; investigação trata caso como morte suspeita
Foto: Reprodução/Arquivo
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Clarice Colling, de 42 anos, foi encontrada morta na manhã desta quarta-feira (3) na Rua Rio da Prata, no bairro São Cristóvão, em Cascavel. A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar, Polícia Científica e Delegacia de Homicídios, que agora apura o caso como morte suspeita.

Segundo informações repassadas à Polícia Militar, o marido relatou que Clarice teria passado mal na noite anterior, mas recusou atendimento médico. Ele afirmou que ela foi dormir no quarto enquanto ele permaneceu no sofá. Ao perceber, pela manhã, que ela não acordava, acionou o irmão da vítima, que chamou o Samu. A equipe médica apenas confirmou o óbito.

Ainda conforme o relato inicial, a mulher teria sofrido uma queda no banheiro durante a madrugada e apresentava algumas marcas pelo corpo. O corpo foi recolhido pela Polícia Científica para necropsia, que deverá apontar a causa da morte.

A Delegacia de Homicídios foi chamada porque o Samu considerou a situação suspeita ao identificar lesões no rosto da vítima. O delegado Fabiano Moza informou que havia uma marca na face de Clarice, aparentemente antiga. Familiares relataram aos policiais que o casal teria discutido na noite anterior e mencionaram uma possível agressão no sábado (29).

Apesar disso, o delegado destacou que a perícia inicial não constatou ferimentos externos compatíveis, de imediato, com violência fatal. “Somente o laudo de necropsia vai determinar se a morte foi natural ou resultado de algum tipo de agressão”, afirmou Moza.

O companheiro da vítima, de cerca de 55 anos, que segundo a Polícia Civil possui histórico de agressões em relacionamentos anteriores, foi conduzido para prestar depoimento, assim como dois familiares. A liberação dele deve ocorrer após os relatos, já que não foram encontrados indícios conclusivos de violência na cena.

A Polícia Civil aguarda os resultados dos exames periciais para confirmar se houve relação com agressões prévias e avaliar se o caso pode configurar feminicídio. As investigações seguem em andamento.

FONTE/CRÉDITOS: 6º BPM/PCPR
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