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Terça-feira, 14 de Julho de 2026
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Eduardo Corrêa: idade, altura, títulos e mais do atleta

"Super Sliced" é o maior fisiculturista da história do Brasil, com nove participações no Mr. Olympia e sete edições no top-5

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Por Qual a Boa Notícias
Eduardo Corrêa: idade, altura, títulos e mais do atleta
Foto:Reprodução/GE
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Eduardo Corrêa é ídolo do fisiculturismo, considerado o bodybuilder brasileiro de maior prestígio internacional, brilhando sobretudo nas décadas de 2000 e 2010. Em uma época com poucos brasileiros na elite da modalidade, o fisiculturista participou de nove edições do Mr. Olympia, competindo na extinta categoria 202 e na substituta, 212, tendo chegado a oito finais, com sete top-5 e o vice na edição de 2014. Confira nesta reportagem a idade, a altura, o peso, os títulos e a história de Eduardo Corrêa.

Títulos de Eduardo Corrêa
Campeonato Catarinense de 2001
NABBA Mr. Universo - Brasil 2002
NABBA Mr. Universo 2002
South Florida 2003
Excalibur 2004
IFBB South American Championship 2006
IFBB World Championship 2007
NABBA Mr. Universo 2007
Arnold Classic Amador 2008
MD Cyber Classic 2008
IFBB Pittsburgh Pro 2009
Europa Show of Champions 2010
IFBB Valenti Gold Cup 2012
MuscleContest FitPira 2022

Participações de Eduardo Corrêa no Mr. Olympia
2022: 16º lugar
2019: 7º lugar
2016: 4º lugar
2015: 5º lugar
2014: 2º lugar
2013: 5º lugar
2012: 3º lugar
2010: 3º lugar
2009: 3º lugar
História de Eduardo Corrêa
Eduardo Corrêa nasceu em Florianópolis (SC) em 20 de junho de 1981. Como a maioria das crianças no Brasil, se apaixonou primeiro pelo futebol. Na adolescência, começou a malhar para melhorar a performance nos campos.

Com o tempo, a musculação passou a despertar mais interesse do que a bola. Primeiro, Eduardo se aventurou no powerlifting, uma das modalidades de levantamento de peso, e depois migrou para o bodybuilding.

Eduardo chegou a cursar a faculdade de Engenharia de Aquicultura, voltada para o cultivo de organismos aquáticos. Durante a vida acadêmica, trabalhou em um laboratório, mas optou por se dedicar ao fisiculturismo. Em 2020, começou a cursar Nutrição, com o objetivo de marcar o esporte para além das competições.

Aos 19 anos, Eduardo Corrêa fez sua estreia amadora no Campeonato Catarinense de 2001 e, de cara, se sagrou campeão overall da noite.

Durante o tempo no circuito amador, conquistou títulos importantes como os do Excalibur 2004 e do Sul-Americano da IFBB em 2006, mesmo ano em que obteve o vice no Mundial da IFBB. Em 2007, além de ser campeão do NABBA Mr. Universo, o catarinense venceu o IFBB World Championship e recebeu o tão sonhado pro card.

Em 2008, ainda competindo no amador, tornou-se campeão do Arnold Classic Amador, em Ohio, e do MD Cyber Classic.

Em 2009, Eduardo ganhou o Pittsburgh Pro e se classificou para o seu primeiro Mr. Olympia. Ele terminou o Olympia 2009 na 3ª colocação - desempenho que se repetiu em 2010 e 2012, as edições seguintes das quais participou.

Com a rápida ascensão no cenário internacional, Eduardo chamou a atenção dos fãs e ganhou o apelido de Super Sliced (Super Definido, em tradução livre), devido ao desenho marcante dos músculos.

Em 2013, Eduardo rompeu o tríceps a dez dias do Olympia, mas conseguiu competir posando do outro lado. Apesar de não ter conseguido treinar na véspera do campeonato, o que pode ter prejudicado a densidade muscular, o brasileiro obteve a 5ª colocação, suficiente para garantir a vaga direta para a edição do ano seguinte. Sem precisar participar de outros eventos, voltou ao Brasil para operar e se dedicar à recuperação.

No ano de 2014, Eduardo alcançou o seu melhor melhor desempenho no maior palco de fisiculturismo do mundo: vice-campeão, atrás somente de Flex Lewis, em uma disputa apertada e polêmica. Para chegar lá, o brasileiro teve que superar outra lesão grave: uma ruptura no tendão do quadríceps.

Eduardo chegou ainda às finais do Olympia em outras três ocasiões: 2015, 2016 e 2019.
Com o acúmulo de lesões e cirurgias durante a carreira, o ídolo brasileiro precisou se afastar dos treinos algumas vezes, o que atrapalhou o desenvolvimento do físico em alguns momentos.

Em 2019, uma lesão no ombro o afastou de vez dos palcos. O atleta ficou fora das competições por três anos. A volta foi bastante aguardada pelos fãs e ocorreu em solo brasileiro, no MuscleContest FitPira, em 2022. A vitória conquistada no retorno garantiu também a vaga no Olympia, para sua nona participação, que até hoje é recorde entre os brasileiros.

No Olympia 2022, aos 41 anos, Eduardo não conseguiu repetir os bons resultados de outrora. Pela primeira vez, ficou fora da final, terminando na 16ª colocação.

No mesmo ano, aconteceu a primeira edição do Eduardo Corrêa Classic. O torneio amador que ocorre em Balneário Camboriú (SC) entrou no calendário do fisiculturismo nacional e distribui vagas para torneios importantes como o Arnold Classic South America e o Olympia Brasil Amador.

FONTE/CRÉDITOS: GE
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