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Segunda-feira, 02 de Novembro 2026
POLÍTICA

"Covardes e canalhas": Renan Santos detona ausências de Lula e Flávio Bolsonaro no debate da Band

Candidato do Missão usou a abertura do bloco de segurança pública para criticar faltas dos líderes nas pesquisas e defendeu Estado de Defesa contra o crime organizado.

Qual a Boa Notícias
Por Qual a Boa Notícias
Foto: Reprodução/Jovem Pan
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Durante o debate promovido pela Band neste domingo (23), o candidato à Presidência da República Renan Santos (Partido Missão) usou a abertura do bloco sobre segurança pública para disparar duras críticas aos dois líderes nas pesquisas que faltaram ao encontro: o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Ataque aos ausentes
Ao responder ao questionamento da jornalista Adriana Araújo sobre propostas para conter a violência no país, o postulante iniciou sua fala repudiando a ausência dos adversários e os acusando de covardia.

"Antes queria lembrar que, com um país em crise, esses dois criminosos não vieram ao debate, desrespeitaram a TV Bandeirantes, desrespeitaram os brasileiros. Vivem brigando por aí na internet, botando os seus cachorros para ficarem por aí discutindo, mas eles próprios são covardes, não têm coragem de falar sobre os crimes que cometeram: Lula com 'Lulinha', Petrolão e Mensalão, e Flávio Bolsonaro com seu envolvimento com Daniel Vorcaro e seu escândalo de rachadinhas. Covardes e canalhas."

As três propostas para a segurança pública
Após as críticas, o candidato respondeu à pergunta da sabatina, detalhando um plano de ação focado em três pilares para combater o avanço do crime organizado:

  1. Estado de Defesa e Operações de GLO: Declaração de Estado de Defesa com emprego de Operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) em regiões tomadas pelo crime organizado, permitindo a atuação conjunta das polícias estaduais e da Polícia Federal para eliminar as facções.
  2. Construção de Superpresídios: Criação de 300 mil a 500 mil vagas no sistema prisional com o fim do isolamento por facção dentro dos estabelecimentos penais, mantendo todos os detentos reunidos sob gestão ostensiva.
  3. Intervenção Federal nos Estados: Aplicação de intervenção do Governo Federal nos estados cujos governos locais se recusem ou demonstrem omissão no combate às organizações criminosas, citando nominalmente as atual gestão das administrações do Ceará e da Bahia.

Para acompanhar a cobertura dos próximos encontros e conferir mais informações sobre o calendário do pleito, acesse o portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

FONTE/CRÉDITOS: Rede Band

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